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História da Raça
Para Guaraciaba Luiz Felippe Haddad levou as primeiras matrizes e reprodutores da raça Campolina. Os primeiros exemplares foram adquiridos em 1985 do falecido Sr. Waldemar Resende Urbano, avô de Beatriz Urbano Haddad, esposa de Luiz Felippe. Proprietário do sufixo Walmar, ele criava seus animais em Passa Tempo (MG), na Fazenda denominada Urbanópolis. Morreu aos 94 anos deixando um trabalho de seleção de 70 anos, no qual valorizou com afinco não só a morfologia dos produtos que nasciam na fazenda, mas, principalmente, o andamento marchado.
Posteriormente à aquisição de parte da tropa Walmar, Luiz Felippe foi atrás de exemplares da linhagem Micaela, de propriedade de Adelino Ribeiro Maia, em São Brás do Suaçuí (MG). O reprodutor Micaela Duelo gerou boa parte da tropa Tarumã, deixando produtos de alto nível morfológico e zootécnico. Éguas descendentes de Duelo e aquelas da primeira tropa receberam mais tarde o choque de sangue de Fiolo do Angelim, de Alfredo Manoel Fernandes, de Potiraguá (BA) e também de Jurado do Porto Rico, de Adelton de Moraes, de Florestal (MG). Mais tarde também foram usados os sangues dos garanhões Príncipe de Ouro Fino, de Pedro Guerra, de Itabira (MG) e de Guardião das Aroeiras. Do cruzamento de Príncipe de Ouro Fino com a matriz Havana Tarumã, foi gerado Príncipe do Tarumã, atual reprodutor do Haras. Havana, por sua vez, é descendente na linha alta de Guardião das Aroeiras e, na baixa, de Walmar Ucrânia. Além de Príncipe do Tarumã, Luiz Felippe dispõe de outros animais de excelente andamento marchado e morfologia. Sua tropa caracteriza-se por Campolinas de porte médio. "A questão do porte, além de cruzamentos dirigidos me permitiu ter uma tropa de animais mais equilibrados e com andamento mais macio", afirma Haddad. Destacam-se no Haras Tarumã as matrizes Walmar Gaivota, Exótica Tarumã, Walmar Ucrânia Havana Tarumã, Patrícia do Tarumã, Ousada do Tarumã e etc. |
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